Há o reconhecimento de que o sucesso das organizações modernas depende do investimento nas pessoas, com a identificação, aproveitamento e desenvolvimento do capital intelectual.
Como transformar então, esse princípio para a revitalização da gestão de pessoas nas áreas públicas e privadas?
Considerando ser a Política de Cargos e Salários o ponto de partida para o delineamento de uma eficiente administração de Recursos Humanos, deve ser tomada a iniciativa de criar subsídios contendo diretrizes básicas a serem seguidas, através da implantação de um Plano de Cargos e Salários.
Implantar e manter um plano de remuneração não é tarefa das mais fáceis. Por mais simplificado que seja, um pequeno Plano de Cargos e Salários passa por etapas similares às de um grandioso projeto.
O desenvolvimento das empresas pressupõe a disponibilidade permanente de Recursos Humanos aptos a atuar-nos mais diferentes níveis, segundo os objetivos que as empresas se propõem a atingir. As mesmas precisam adequar-se às necessidades humanas, de certa forma integrada.
Para tanto as empresas modernas devem buscar definir uma política de Recursos Humanos que possibilite uma obtenção, por parte dos colaboradores, de novos conhecimentos e habilidades, evidenciando, entretanto, o reconhecimento pela produtividade com a estruturação de planos de carreiras e incentivos ao desenvolvimento funcional.
Partindo da importância desta mudança, o IESAP com sua equipe altamente qualificada faz a avaliação e a classificação de cargos que consistem no processo de analisar e comparar o conteúdo dos cargos, colocando-os em ordem de classe para sua utilização como base de sistema de remuneração, relacionando-se com o preço para o cargo.
O objetivo desta avaliação é determinar o valor relativo de cada cargo dentro de uma organização, sendo que, em primeira instância, consiste na obtenção de informações a respeito do cargo. Essa análise determina os requisitos, as responsabilidades envolvidas e as condições exigidas pelo cargo para seu adequado desenvolvimento.
Com o Plano de Cargos e Salários, podemos estabelecer remuneração condizente, buscando o equilíbrio interno e externo na estrutura dos cargos e salários, com salário fixo e sistemas com premiações/recompensas (salário variável), beneficiando o ocupante do cargo pelo seu desempenho na participação e/ou contribuição no alcance dos resultados da organização.
Nas instituições públicas mesmo à espera de maior flexibilidade constitucional, é possível a formulação de planos sustentáveis que atendam aos anseios dos servidores, tomando-se como diretrizes:
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A valorização e desenvolvimento funcional do servidor,
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A articulação dos cargos, atividades e carreiras com os diversos ambientes institucionais,
- A facilitação de programas de capacitação, tendo em vista o contínuo aperfeiçoamento profissional dos servidores,
- A ênfase no auto desenvolvimento e auto gestão da carreira,
- A mobilidade horizontal e vertical dentro dos grupos ocupacionais atividades determinados,
- A responsabilidade do servidor sobre sua própria evolução profissional,
- A qualificação para o crescimento,
- A revalorização do Padrão Salarial,
- A avaliação periódica de desempenho e potencial dos servidores, realizada em conformidade com metas previstas e modelos atuais de competências técnico funcionais.
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